Cinco Vezes Chico - O Velho e sua Gente

LONGA DOCUMENTÁRIO • 90'

O FILME

Cinco diretores de estilos cinematográficos completamente diferentes fazem uma jornada afetiva por cada um dos cinco estados banhados pelo gigante Rio São Francisco.

A fé, as paixões, as lendas e a busca pela sobrevivência nas comunidades ribeirinhas deste rio cheio de cores que corta o sertão e desagua no exuberante mar do Nordeste brasileiro.

OS DIRETORES

Petrobras

apresenta

Mostra Panorama – Festival de Brasília • 20/9

39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo • data a ser confirmada

Mostra Itinerante Pachamama • data a ser confirmada

Produção

Co-produção

3 Tabela Filmes
Globo Filmes

Diretores

Gustavo Spolidoro, Ana Rieper, Camilo Cavalcante,

Eduardo Goldenstein e Eduardo Nunes

 

Idealização e Produção Executiva

Izabella Faya

 

Direção de Fotografia

Heloisa Passos, ABC

 

Direção de Produção

Fernanda Reznik

Patrocínio

Lojas Americanas

Apoio Cultural

Cinecidade Locações e Produções

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NOSSA GENTE

 

MINAS: São Roque, Pirapora e Januária

Moranga – Reinaldo Alves dos Santos

Joaquim Sanches dos Santos

Carlúcio – Carlos Lúcio Nunes de Oliveira

Lavínia Maria de Jesus Aquino

Claudio Santana

Weber Pereira Santana

Luis Batista de Abreu

José Arnaldo dos Santos

 

BAHIA: Bom Jesus da Lapa e Barra

Dona Losinha – Argentina do Carmo Rocha Viana

Gerard – José Geraldo Machado da Silva

Veranilde Santos Bispo

Glicélio Ferreira de Souza

Davi Meira de Souza

De La Veiga

Adriano Figueiredo Rocha Viana

Andréia Tamires Figueiredo Viana

Andressa Tauane Figueiredo Viana

Welington Viana Silva

Sintia Meira de Souza

Giovana Meira de Souza

Pai Congo

Comunidade de Beira Rio e Iraque - procissão de Santo Antonio

Terreiro Pai Xangô das Cachoeiras

 

PERNAMBUCO: Manga de Baixo (Belém de são Francisco) e Petrolândia

José Nilson da Silva

Maria Lenice de Menezes

Nego – José Ivanido de Menezes Silva

Maria Leidijane de Menezes Silva

Maria Leidiane de Menezes Silva

José Renato de Lima

Seu Nenê – José Orisvaldo da Silva

Adão Ferreira Lima

Joilson João dos Santos

Fernando da Silva Lino

Josimar Fernandes

Amanda Barros da Silva Lino

 

SERGIPE: Angico e Entremontes (AL)

Cícero Rogério de Oliveira Fernandes

Jéssica Bezerra da Silva

Eloah Maria Bezerra Fernandes

Cícero Wendell Bezerra Fernandes

Ramon Bezerra Fernandes

Tayná Bezerra da Silva

Comunidade de Piranhas e Entremontes

 

ALAGOAS: Piaçabuçu e Penedo

José Heleno dos Santos

Hozanira Gomes dos Santos

 

Crianças

Alexsandro Lima dos Santos

Bruno Gabriel da Silva

Alexandre Feitosa dos Santos

Natália Santos Tertuliana da Silva

Klaywert dos Santos Melo

Sophia Rodrigues Goes Muniz

 

Silvia Cardozo

Deisiane Soares dos Santos

Mestre Lula

 

 

Consultoria Editorial  - Globo Filmes e GloboNews:
Renée Castelo Branco

Pesquisa e Assistência de direção: Valéria Burke

Técnico de Som Direto: Roberto Carlos Oliveira

Assistência de Câmera: Guti Sá Freire

Elétrica/Maquinária: Rodrigo Wedekim

Montagem: Flávio Zettel, EDT

Desenho de Som: Edson Secco

Música Original: Edson Secco e Fábio Barros

Colorista: Fernando Sequeira

Finalização: Quadrante Filmes

Assistência de Montagem: Pedro Dulci

Assistente de edição de som: Julia Teles

Estúdio de Mixagem: Sonideria / ACERE

Colaboração pré-roteiro: Ana Pacheco

 

Produção Local

Elossandro Coelho – São Roque de Minas (MG)

Itamar Cardoso – Bom Jesus da Lapa (BA)

Dedê Maurício – Barra (BA)

Gilmar Luis Ferreira – Belém de São Francisco e Petrolândia (PE)

Jannyne Barbosa – Sergipe e Alagoas

 

Assistência de Produção: Beatriz Pimentel, Clara Chaves e Michele Muniz

Arte: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca

Controler: Eduardo Colombiano

 

Equipe Globo Filmes

 

Direção Executiva: Edson Pimentel

Marketing e Lançamentos:  Giselia Martins, Ruth Zagury, Sergio Stamile e Maria Luiza Massa

Produção: Simone Leandro de Oliveira, Kamila Ramil e Carolina Rapp

Planejamento e Controle: Antônio Almeida, Ana Seixas, Patricia Baars, Maria Isabel Zaranza Cerqueira e

Gabriel Machado

Assessoria Jurídica: Isabella Girão, Clarissa Kede e

Carla Britto Pereira

 

Estagiários: Renata Vieira, Lis Chagas e João Carlos Dias

 

Apoio Administrativo: Maria Conceição Correia  e
Rosa Maria Pereira

 

Aracy de Carvalho Guimarães Rosa

Família Tess

Nonada Cultural

Tess Advogados

Hotel Mundial - Pirapora

Petrobras
Cinco Vezes Chico - O Velho e sua Gente

próximas exibições

Prefeitura de Januária
Prefeitura de Pirapora
Estúdios Quanta
IABS - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade

Apoio Institucional

 

Gustavo Spolidoro

Minas Gerais

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Gustavo Spolidoro nasceu e vive em Porto Alegre. É Mestre em Comunicação Social pela PUC/RS, onde também é professor do curso de Cinema. Realizou 21 curtas e médias e 4 longas, tendo recebido mais de 70 prêmios e participado de festivais como Berlim, Rotterdam e Sundance. Dirigiu os longas "Ainda Orangotangos" (2007), "Gigante - como o Inter Conquistou o Mundo" (2007), "Morro do Céu" (2009) e "Errante - Um Filme de Encontros" (2015). Foi produtor executivo de "Cão sem Dono" (2007), longa de Beto Brant e Renato Ciasca. Desde 2003, é também um dos organizadores do festival "Cine Esquema Novo".

 

 

Eduardo Goldenstein

Sergipe

"Neste enorme universo que é o Velho Chico, conheci um pequeno pedaço de terra, uma grota protegida do sol cavada pelo tempo no leito seco de um antigo riacho que se desviou do rio-mãe, lá onde o Sergipe olha para Alagoas sobre as águas plácidas que um dia foram correnteza. Foi neste lugar desolado, numa Grota chamada Angico, que Lampião e seu bando dançaram sua dança derradeira. As cabeças cortadas foram levadas para o outro lado do rio e expostas nas escadarias da prefeitura de Piranhas, para que o povo conhecesse o destino desgraçado do Cangaço. Mas onde o governo via danação, o povo viu redenção. As histórias de bravura e crueldade destes homens destemidos ainda sopram no silêncio dos sertões, passando de pai para filho, num cordel emocionado que não deixa o tempo apagar."

 

Eduardo Goldenstein é diretor e roteirista do longa metragem CORDA BAMBA, premiado pelo edital do Min. da Cultura e lançado em 2013, após participar de importantes festivais no Brasil e no exterior. É realizador de 5 curtas com expressiva circulação e premiação, dentre os quais destacam-se ‘TRUQUES, XAROPES E OUTROS ARTIGOS DE CONFIANÇA’, ‘O VENDEDOR DE PARA-RAIOS’ e ‘MALASARTES VAI À FEIRA’. Atualmente dirige séries educativas para a MULTIRIO e produz conteúdos digitais para o novo MIS/RJ, além de preparar a série de TV ‘ESTADOS DA ARTE’, que deverá dirigir para o CANAL CURTA!. É professor de Direção Cinematográfica na Academia Internacional de Cinema – RJ e de Cinematografia no NAVE/C.E.J.L.L/Oi Futuro.

 

Ana Rieper

Bahia

"Nas águas baianas do São Francisco olhamos para a religiosidade e a fé como janelas para a intimidade e para as trajetórias pessoais. O filme, neste trecho, quer enxergar a humanidade que corre no leito do rio, ver naquelas águas as relações do povo ribeirinho com pai, mãe, amor, ausências e desejos. O artista e pai de santo que busca, com os santos e orixás que esculpe, sanar a falta que lhe fez seu pai; a mãe madonna oxum da beira d’água; a mulher de 71 anos que deposita nas simpatias amorosas que faz seu desejo de um amor bem sucedido; os pedidos e promessas para o Bom Jesus da Lapa. Histórias que guiam essa viagem."

 

Documentarista, Ana Rieper realizou os longas “Vou Rifar meu Coração”, que percorreu mais de 40 festivais como Guadalajara, Festival de Brasília, Toulouse, World Cinema Amsterdam e Indie Lisboa, tendo recebido diversos prêmios; e “Na Veia do Rio”. Dirigiu os curtas premiados “Saara”, “Mataram meu Gato” e “Veluda”.

 

Eduardo Nunes

Alagoas

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Eduardo Nunes nasceu em 1969 na cidade de Niterói. Estudou Cinema da UFF. Em 1994 dirigiu seu primeiro curta: SOPRO; seguiram-se outros quatro filmes. Entre 1999 e 2014, dirigiu diversos documentários para a TV. Foi professor de cinema em diversas instituições, e ministrou, durante 6 anos, a oficina de roteiros na Universitat Salzburg (Austria). Em 2012, realiza SUDOESTE, seu primeiro longa-metragem, exibido em 27 países e vencedor de 23 prêmios internacionais (incluindo dois Fipresci e o prêmio Andrei Tarkovski). Atualmente, prepara o seu segundo longa, adaptado da obra de Hilda Hilst: UNICÓRNIO.

 

Camilo Cavalcante

Pernambuco

"Esse filme-processo significa pra mim um mergulho profundo dentro do rio, da sua gente ribeirinha que tira o sustento das águas e que tem uma relação íntima com a natureza. Uma imersão no homem nordestino que luta para subsistir e não perde a fé, mesmo que não tenha peixe. Que não perde a alegria de viver, mesmo que o mundo diga ‘não’. Que não perde a honestidade, mesmo que ao redor a injustiça reine. Um retrato de perto de seu Nilson, Dona Maria e seus filhos que tanto me emocionaram nessa nossa convivência e me mostraram que a humildade é o último degrau da sabedoria."

 

Camilo Cavalcante nasceu em Recife e trabalha desde 1995 como roteirista, produtor e diretor. Realizou diversos trabalhos audiovisuais em diversos suportes e formatos que receberam mais de 130 prêmios em mostras e festivais de audiovisual. Produziu e dirigiu a série de TV OLHAR, que está sendo exibida pelo Canal Brasil. É idealizador e coordenador do projeto CINEMA VOLANTE LUAR DO SERTÃO que exibe curtas-metragens gratuitamente em cidades do semi-árido. Acaba de lançar A História da Eternidade, seu primeiro longa-metragem.

 

Izabella Faya

Idealização e Produção Executiva

"Comecei a pensar neste filme em 2005,
no dia em que conheci a foz do Velho Chico. Nesta ocasião, o barqueiro me viu um pouco triste e me disse: "se alegra, moça, pensa em quanta história este rio traz. Sabia que ele vem láaaa de Minas?".

Foi neste exato instante que percebi a grandeza do Rio São Francisco, este rio que nasce como um fio d'água lá na Serra da Canastra, corta o imenso sertão e passa pela vida de 16 milhões de brasileiros até chegar no mar.

 

Nossa viagem começou na nascente e terminou no Pontal do Peba, em Alagoas, foram dias de muita emoção, de trabalho duro, deslocamentos complexos, mas de descoberta do encontro daquelas águas com sua gente cheia de cores, causos, alegrias e muitas tristezas. Me sinto verdadeiramente modificada depois desta experiência. Posso dizer que assim como Guimarães Rosa "gostaria de ser um crocodilo vivendo no rio São Francisco. Gostaria de ser um crocodilo porque amo os grandes rios, pois são profundos como a alma de um homem. Na superfície são muito vivazes e claros, mas nas profundezas são tranqüilos e escuros como o sofrimento dos homens."

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